A Holding Clube é hoje um dos principais ecossistemas brasileiros de experiências, live marketing, eventos e relacionamento. O grupo reúne diferentes marcas especializadas, com atuações complementares, operando sob uma mesma visão estratégica de comunicação, criação e entrega de valor para grandes empresas.
Essa estrutura em rede faz com que a Holding Clube não seja percebida como uma única marca, mas como um conjunto de operações, pessoas e expertises que atuam de forma integrada. Cada empresa do grupo tem identidade própria, mas compartilha cultura, valores e, principalmente, uma forma muito clara de se posicionar no mercado.
É a partir dessa complexidade que vale olhar para a comunicação do grupo.
Ao analisar as redes sociais da Holding Clube — tanto o perfil institucional quanto os perfis das marcas que fazem parte do ecossistema e de suas lideranças — fica evidente que a comunicação não está concentrada em um único canal ou porta-voz.

Na Holding Clube, líderes não aparecem só quando a empresa precisa anunciar algo. Eles mostram bastidores, decisões, conquistas, aprendizados e contextos — criando continuidade narrativa entre marca e pessoas.


Isso reforça autoridade do grupo, confiança do mercado e proximidade com clientes, parceiros e talentos.

É assim que o EGC acontece de forma orgânica: quem lidera também comunica. Quando executivos e sócios falam da Holding Clube em seus perfis, as marcas ganham alcance distribuído, o discurso deixa de ser publicitário e o conteúdo passa a ser percebido como vivência — não como campanha.



Não é “postar pela empresa”. É viver a empresa e compartilhar isso publicamente.
Cultura que autoriza pessoas a serem porta-vozes
Esse movimento não se limita à alta liderança. Ao observar os conteúdos publicados, também é possível identificar outros gestores e integrantes do time aparecendo em projetos, eventos e entregas do grupo.


Isso amplia ainda mais a lógica de comunicação distribuída: não é apenas o topo que comunica. A cultura autoriza que diferentes vozes representem a marca — cada uma com seu estilo, linguagem e repertório.


Esse é o terreno perfeito para o EGC acontecer.
O efeito colateral positivo: marca mais humana e memorável
Quando o time que faz a marca acontecer todos os dias aparece na comunicação, a empresa deixa de ter uma única cara. Ela passa a ser lembrada por pessoas, não apenas por projetos, e o relacionamento com o mercado se aprofunda.
Resultado: 👉 mais lembrança de marca 👉 mais identificação 👉 mais conversa acontecendo fora dos canais oficiais
Quer levar essa transformação para o seu time?
Na minha palestra “Influenciador que Vende se Faz em Casa”, eu mostro como transformar cultura interna em comunicação que conecta de verdade — com cases reais, insights estratégicos e um passo a passo que você pode aplicar no dia seguinte.
👉 Entre em contato e descubra como engajar seu time para construir uma marca mais humana, forte e próxima do público.
