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Quando a liderança vira mídia: o que o case da Holding Clube ensina sobre EGC

Leca Novo /Divulgação - Imagem extraída da internet.

A Holding Clube é hoje um dos principais ecossistemas brasileiros de experiências, live marketing, eventos e relacionamento. O grupo reúne diferentes marcas especializadas, com atuações complementares, operando sob uma mesma visão estratégica de comunicação, criação e entrega de valor para grandes empresas.

Essa estrutura em rede faz com que a Holding Clube não seja percebida como uma única marca, mas como um conjunto de operações, pessoas e expertises que atuam de forma integrada. Cada empresa do grupo tem identidade própria, mas compartilha cultura, valores e, principalmente, uma forma muito clara de se posicionar no mercado.

É a partir dessa complexidade que vale olhar para a comunicação do grupo.

Ao analisar as redes sociais da Holding Clube — tanto o perfil institucional quanto os perfis das marcas que fazem parte do ecossistema e de suas lideranças — fica evidente que a comunicação não está concentrada em um único canal ou porta-voz.

egc holding clube liderança
CEO Priscila Pellegrini – imagem reprodução Instagram @holdingclube

Na Holding Clube, líderes não aparecem só quando a empresa precisa anunciar algo. Eles mostram bastidores, decisões, conquistas, aprendizados e contextos — criando continuidade narrativa entre marca e pessoas.

Isso reforça autoridade do grupo, confiança do mercado e proximidade com clientes, parceiros e talentos.

É assim que o EGC acontece de forma orgânica: quem lidera também comunica. Quando executivos e sócios falam da Holding Clube em seus perfis, as marcas ganham alcance distribuído, o discurso deixa de ser publicitário e o conteúdo passa a ser percebido como vivência — não como campanha.

Reprodução Instagram @juferraz
Reprodução Instagram @priscilapellegrini
Reprodução Instagram @marcioesher

Não é “postar pela empresa”. É viver a empresa e compartilhar isso publicamente.

Cultura que autoriza pessoas a serem porta-vozes

Esse movimento não se limita à alta liderança. Ao observar os conteúdos publicados, também é possível identificar outros gestores e integrantes do time aparecendo em projetos, eventos e entregas do grupo.

Isso amplia ainda mais a lógica de comunicação distribuída: não é apenas o topo que comunica. A cultura autoriza que diferentes vozes representem a marca — cada uma com seu estilo, linguagem e repertório.

Esse é o terreno perfeito para o EGC acontecer.

O efeito colateral positivo: marca mais humana e memorável

Quando o time que faz a marca acontecer todos os dias aparece na comunicação, a empresa deixa de ter uma única cara. Ela passa a ser lembrada por pessoas, não apenas por projetos, e o relacionamento com o mercado se aprofunda.

Resultado: 👉 mais lembrança de marca 👉 mais identificação 👉 mais conversa acontecendo fora dos canais oficiais

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