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Quando a liderança aparece, a cultura transborda: o exemplo de Renata Moraes Vichi na Kopenhagen

Imagem: divulgação

Quem lidera não comunica apenas com palavras — comunica com presença. E quando a liderança mostra o rosto, inspira todo o time a fazer o mesmo.

Na Kopenhagen, isso tem um nome e um rosto: Renata Moraes Vichi, CEO do Grupo CRM  (Kopenhagen, Brasil Cacau e Kop Koffee) Com uma postura acessível e ativa nas redes sociais, ela tem mostrado como a liderança visível pode abrir caminhos para uma comunicação mais humana e colaborativa.

Liderança presente, equipe engajada

No LinkedIn, Renata compartilha bastidores da operação que poucos CEOs mostram: visitas às fábricas, encontros com franqueados, conversas diretas com colaboradores e registros de eventos internos.

E no Instagram não é diferente, Renata celebra conquistas do time e faz questão de mostrar bastidores e a forma com que se relaciona com colaboradores e franqueados.

Essa postura aproxima e cria conexão, porque o público — interno e externo — percebe que há uma líder que não está distante, mas literalmente caminha pelos corredores onde tudo acontece.

Quando o exemplo vem de cima, o time se move

Ainda não é possível dizer que a Kopenhagen tem um programa estruturado de conteúdo criado por colaboradores, como outros cases que já mostramos aqui. Mas o movimento já começou a aparecer.

Nas redes, especialmente no Instagram de algumas franquias Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau, já surgem vídeos e fotos com colaboradores mostrando o dia a dia da loja, divulgando produtos, participando de trends e compartilhando pequenos bastidores.

Kopenhagen Araguína
Kopenhagen Linhares

São poucos ainda, mas são sinais claros de que a cultura de aparecer e contar histórias reais está se espalhando. Afinal, quando a liderança se posiciona e se expõe com autenticidade, o time se sente convidado a mostrar sua própria visão do negócio.

Por que isso importa?

Porque comunicação não é só publicidade ou post institucional. É também:

  • Mostrar quem faz o negócio acontecer;
  • Conectar clientes a pessoas reais;
  • Inspirar engajamento interno e orgulho de pertencer.

E uma liderança presente é o primeiro passo para tudo isso.

O que a sua empresa pode aprender com esse movimento

Você não precisa ter um time enorme nem uma rede de franquias para aplicar esse aprendizado. Olhe para dentro da sua empresa e reflita:

  • A liderança está visível nas redes?
  • Os colaboradores sentem que têm espaço para aparecer?
  • Há registros do dia a dia que poderiam ser compartilhados?

Comece pequeno: incentive gestores a compartilhar bastidores e resultados. Aos poucos, o time vai sentir que também pode mostrar o que faz com orgulho.

Visibilidade que inspira

O exemplo de Renata Moraes Vichi mostra que a comunicação começa de cima para baixo — mas ganha força quando se espalha de baixo para cima. Ao aparecer, ela abre caminho para que, aos poucos, colaboradores e franqueados também se tornem vozes da marca.

Talvez o EGC na Kopenhagen esteja apenas começando, mas o terreno já está fértil: uma liderança presente, inspiradora e conectada ao time.

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