Há empresas que buscam humanizar sua comunicação. Outras nem precisam tentar, porque isso já está na sua essência. O Sicredi é um desses casos.
Em um setor onde confiança, credibilidade e proximidade fazem diferença, o sistema cooperativo construiu ao longo dos anos algo que muitas marcas tentam replicar: uma comunicação que nasce do cotidiano, dos colaboradores, das comunidades e da liderança que se posiciona não apenas como executiva, mas como parte ativa da conversa.
A primeira instituição financeira cooperativa do Brasil se destaca como um exemplo de liderança visível nas redes sociais e de cultura interna que incentiva seus profissionais a aparecerem. É exatamente isso que chamamos de EGC (conteúdo gerado por colaboradores) e defendemos como um dos caminhos mais assertivos para marcas conquistarem a confiança dos seus clientes.
Uma liderança que não se esconde atrás de relatórios
O diretor-presidente do Sicredi, César Gioda Bochi, é uma das figuras que melhor representam esse movimento. Sua presença no LinkedIn não é formal, distante ou puramente institucional. Ele usa o espaço para falar de impacto social, educação financeira, cultura cooperativa, proximidade com as comunidades e, principalmente, das pessoas que fazem tudo isso acontecer.



Bochi publica com frequência comentários sobre encontros com colaboradores, iniciativas da Fundação Sicredi, visitas a cooperativas e projetos que envolvem equipes locais. Seu discurso reforça algo essencial: no cooperativismo, o resultado só existe porque há gente comprometida, participativa e envolvida.

Por isso, quando ele fala sobre a empresa, não fala apenas do Sicredi. Fala da missão de cada cooperativa, de cada colaborador e de cada associado. Ele legitima a narrativa que a marca sempre defendeu: crescer juntos.
E quando a liderança se posiciona dessa forma, acontece algo poderoso. As equipes passam a se sentir representadas. E quando elas se sentem representadas, elas ganham coragem para aparecer.


A cultura que sustenta — e ativa — a comunicação no Sicredi
A força da comunicação do Sicredi nasce de um modelo que é, ao mesmo tempo, cultural e estratégico. Cada cooperativa tem identidade regional, liderança própria e autonomia para construir sua relação com a comunidade local. Esse formato descentralizado cria um ecossistema onde a marca nacional dá o tom, a liderança reforça o propósito e as cooperativas traduzem tudo isso para a realidade das suas regiões.



É por isso que o conteúdo gerado pelos colaboradores não parece uma tendência ou uma “nova estratégia”: ele acontece de forma orgânica. O cooperativismo já é participativo por natureza, e quem trabalha no Sicredi se vê como parte ativa da construção da marca.

Nas redes sociais, esse movimento aparece de várias formas: colaboradores explicando produtos financeiros de um jeito simples e humano; gerentes mostrando o atendimento próximo, que é um dos pilares da marca; equipes compartilhando bastidores, ações comunitárias, projetos de educação financeira, iniciativas culturais, eventos com escolas, produtores rurais e empreendedores locais. Quando algo acontece na comunidade, quem viveu a experiência é quem conta — não apenas a instituição.






Esse EGC espontâneo gera algo que, no setor financeiro, é valioso demais: confiança. A população vê pessoas reais que fazem parte da cooperativa todos os dias, e isso transmite credibilidade de um jeito que nenhuma campanha milionária entregaria. No Sicredi, participação e comunicação andam juntas. E a marca é forte porque é sustentada por gente que acredita — e vive — o que comunica.
Equilíbrio entre campanhas e presença humana
É verdade que o Sicredi também trabalha com influenciadores e celebridades em campanhas nacionais. Isso faz parte do jogo do branding, gera alcance e amplia a percepção da marca. Mas o ponto mais importante é que essas campanhas convivem com uma comunicação feita por pessoas reais.
Enquanto o institucional escala, os colaboradores sustentam a autenticidade. Esse equilíbrio é raro e valioso. Tanto que pode até se materializar em campanhas que unem esses dois pilares como o exemplo abaixo:
Campanhas trazem visibilidade. Pessoas trazem credibilidade. E o Sicredi entendeu que, se quiser manter relevância, precisa oferecer os dois.
A força da liderança que dá espaço
Tudo isso só é possível porque seus líderes não têm medo de aparecer e nem de deixar as pessoas aparecerem.
Quando CEOs e diretores se posicionam publicamente com voz humana, transparente e coerente, eles abrem espaço para que toda a organização faça o mesmo. Isso cria uma cultura onde expor o trabalho não é vaidade, mas contribuição.
A presença de Bochi nas redes, combinada com a atividade dos diretores regionais e executivos das cooperativas, desenha um ambiente onde comunicar é natural. Os colaboradores não precisam pedir permissão para falar da marca. Eles sentem que têm direito.
E quando o colaborador sente que tem direito, a comunicação flui.
A lição do Sicredi: participação é estratégia
O Sicredi simplesmente deixou sua cultura falar. A liderança dá direção. Os colaboradores dão voz. As comunidades dão sentido. E a comunicação acontece como consequência.
Se existe um aprendizado para qualquer negócio — seja uma empresa local, seja uma marca nacional — é este: quando a cultura permite, o colaborador não aparece para a marca. Ele aparece pela marca. Porque entende que faz parte dela.
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